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TREVO PERTO DO PORTO DE YOKOHAMA, HONSHU, JAPÃO

Desde que foi ligado a Tóquio por uma ferrovia em 1872, o pequeno porto de pesca de Yokohama não parou de se desenvolver até se tornar, hoje, o primeiro porto internacional japonês e a segunda maior cidade do país depois da capital. As estradas que o cercam são o símbolo de um desenvolvimento econômico em grande parte fundado no transporte rodoviário, como em inúmeros países industrializados. Seguindo esse modelo dominante, as superfícies rodoviárias aumentaram no mundo todo. O número de veículos no mundo chega hoje a mais de um bilhão, contra 500 milhões registrados em 1986. Com 240 milhões de veículos registrados, só os Estados Unidos possuem quase 1/4 dos automóveis em atividade no mundo. Em segundo lugar, a China possui 78 milhões de veículos, ou seja, 7,6% do total mundial. Mas se considerarmos o número de veículos por habitante, os Estados Unidos dispõem de um automóvel por 1,3 habitante, enquanto na China essa proporção é de um automóvel para 17,2 habitantes. Apesar da poluiçao gerada e da saturação das infraestruturas rodoviárias nas cidades, o parque automobilístico não cessa de crescer (o aumento foi de 36 milhões de veículos só no ano de 2010). O setor de transportes é um dos principais emissores de gases do efeito estufa (23% em 2009) e o que cresce mais rápido; e a grande quantidade de usuários torna as medidas de limitação complexas. Desde 1970, as emissões de gases do efeito estufa aumentaram em 120% no setor de transportes.


Estima-se que o número de carros e caminhões vai triplicar até 2050, passando de quase 1 bilhão a 2,6 bilhões. Cerca de 80 % desse aumento acontecerá nos países em desenvolvimento.
Fonte: PNUMA